O poeta sabe como Deus transbordou do escuro
e nasceu de uma nuvem de solidão e exílio
(como respirou e dormiu
e estendeu os braços ao longo dos rios)
com árvores e ombros
e mãos para lavrar o azul
partiu-se
em mil bocados,
que neles ninguém se fira
maria azenha
7 comentários:
Se todas as nuvens escuras de solidão e exílio/silêncio chovessem árvores e azuis como estes seus, que mundo maravilhoso seria o nosso !
Espaço mágico e encantatório.
Beijos, Mariah amiga.
Adorei seu blog! Voltarei mts mais vezes.
Obrigada pela visita e pelas palavras deixadas no meu "Ortografia". Passarei aqui outras vezes.
Um beijo.
Das mãos o azul se fará fértil, na ilusão do poeta...
Um beijo
Senti esse blog como um recanto de paz... uma energia diferente.
Palavras tão lindas orquestradas por uma sonoplastia única.
Abraços
Partiu-se e desapareceu... gostei das composições e do grafismo do blog.
Abraço
Suas poesias são lindas. Transmitem o desejo de pensar no amor com muita suavidade. Parabéns.
Enviar um comentário